Eu não mais enxergo aquele meu rosto...
Todo o meu falar calou e foi perdido lá nos vendavais de velhos desgostos;
Folhas de um futuro estranho e vencido.
Traços de um amor do ontem, retido todo num sonhar; ferrugem é o seu gosto.
Traços de uma viajante estranha e esquecida, que voltou em um fim decomposto.
Já não mais enxergo aquilo que escrevo:
Esta má melodia de tempos amigos, este manuscrito de vis tatuagens.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
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